sábado, 21 de janeiro de 2012

Deficientes no Brasil





Deficientes no Brasil

Censo Demográfico - 2000
Tipo de
deficiência Visual Motora Auditiva Mental Física Total de deficiências
Homem 7.259.074 3.295.071 3.018.218 1.545.462 861.196 15.979.021
Mulher 9.385.768 4.644.713 2.716.881 1.299.474 554.864 18.601.700
Total 16.644.842 7.939.784 5.735.099 2.844.936 1.416.060 34.580.721

Deficiências (A) Deficientes (B) Deficiências
Múltiplas (A-B)
Homem 15.979.021 11.420.544 4.558.477
Mulher 18.601.700 13.179.712 5.421.988
Total 34.580.721 24.600.256 9.980.465
1 - O censo indica um número maior de deficiências do que de deficientes, uma vez que
"as pessoas incluídas em mais de um tipo de deficiência foram contadas apenas uma vez"
(Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000, nota 1), portanto o número de pessoas que apresentam
mais de uma deficiência é de quase 10 milhões.

INCLUSÃO NO BAIRRO: EXEMPLO DE RETIDÃO E JUSTIÇA

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Os idosos na sociedade brasileira

Os idosos na sociedade brasileira

O perfil demográfico brasileiro modificou-se nas últimas décadas, principalmente em decorrência do aumento da longevidade e da redução das taxas de mortalidade. Passamos de uma sociedade jovem a uma comunidade preocupada com políticas públicas voltadas ao tema do envelhecimento. Segundo o último censo demográfico do IBGE, a quantidade de pessoas com idade acima de 60 anos no Brasil é de mais de 20 milhões (10,8% da população).
Estimativas mostram que em 2020 estaremos na sexta posição dentre os países com maior número de idosos, com mais de 30 milhões nessa faixa etária — o que irá representar, em tese, 13% do total demográfico brasileiro.
O idoso tem grande importância na economia brasileira. O IBGE, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio (PNAD), identificou que pessoas com mais de 60 anos arcam com, ao menos, metade da despesa familiar em 53% dos lares brasileiros.Não só os idosos, mas todos os indivíduos economicamente ativos devem praticar o consumo responsável.
Mas existem situações em que o controle foge das mãos do indivíduo, que acaba se vendo em desamparo financeiro. Pensando nisto, foi desenvolvido o crédito consignado em folha de pagamento, inicialmente voltado aos aposentados e pensionistas do INSS e hoje estendido a todos.
A sociedade necessita encarar a realidade do envelhecimento partindo para um novo comportamento, estabelecendo um elo entre as gerações.
Como as parcelas do crédito consignado são descontadas na folha de pagamento do aposentado ou pensionista, o risco da operação é reduzido, com taxas menores que em outras modalidades de empréstimo.
O idoso está numa fase da vida em que deve colher os frutos de seus esforços, o que não significa que deva negar auxílio aos seus filhos e entes queridos. Contudo, deve diferenciar a ajuda da exploração. Por vezes, o idoso acaba cedendo aos apelos das gerações mais novas em troca de afeto e consideração.
Devido a situações de abusos financeiros, psicológicos, morais e até físico, o Governo Federal elaborou o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03), visando sacramentar o que pondera o artigo 230 da Constituição: “a família, a sociedade e o Estado devem amparar as pessoas idosas, oferecendo-lhes bem-estar e dignidade, além da garantia do direito à vida”.
Atualmente, pautados no Estatuto, os idosos estão se reunindo em sindicatos, grupos e ONGs. A partir do Estatuto, ações discriminatórias contra as pessoas idosas, tais como desdenhar, humilhar e menosprezar, foram tipificados como crime. Também não se pode impedir ou dificultar o acesso do idoso às operações bancárias e aos meios de transporte. Caso alguma dessas situações ocorra, o idoso deverá procurar as autoridades policiais e o Ministério Público.
Há também os Conselhos do Idoso, a exemplo da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas, que promove ações em defesa dos interesses e direitos do segmento.
Porém, oito anos após a criação do Estatuto, a maioria dos princípios e direitos previstos ainda não faz parte do cotidiano dos idosos. Muitos sofrem com o isolamento, o preconceito e a falta de carinho da família. A sociedade necessita encarar a realidade do envelhecimento partindo para um novo comportamento, estabelecendo um elo entre as gerações.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012